Guerra: Sangue no banco de sangue ou no banco de reserva?

Tempos novos! Com a evolução que a ciência atingiu hoje e a previsão não muito distante em se tratando de transfusão, o sangue pode ser promovido para o “banco de reserva”, pois já estão desenvolvendo substitutos que poderão ser usados amplamente.

Esses cientistas!… Sempre nos surpreendendo – vampiros que se cuidem.
(Estima-se 1 a 3 anos)

PolyHeme

Líquidos reanimadores com oxigênio são ideais para emergências, guerras e desastres, uma vez que sua durabilidade ao contrário do sangue, armazenados em diversas temperaturas e podendo ser transfundidos para qualquer pessoa sem dar mérito ao tipo sanguíneo da mesma aumenta em muito a esperança de vida e recuperação do paciente.

Já está submetido à aprovação do FDA – U. S. Food and Drug Administration o PolyHeme, substituto derivado de glóbulos vermelhos humanos produzidos a partir de hemoglobina modificada, são atóxicos e livres de doença. Frequentemente chamados por sangue artificial são usados para encher o volume de fluido e transportar o oxigênio e outros gases ao sistema circulatório.

Enquanto isso na “sala de justiça”, a Marinha Americana pede que mais estudos sejam feitos com o Hemopure, substituto do sangue feito a partir de hemoglobina bovina. Líquidos deste tipo vêm sendo relacionados ao aumento no risco de infarto e AVC, por isso as pesquisas estão sendo intensificadas.

Será que num futuro mais além a classe operária não poderá mais “bater no peito” e dizer: “eu dou o sangue por essa empresa”?

Mais informações voce pode visitar o site uuhsc.utah ou tecnocientista.

Apesar da boa novidade eu desejo que meus leitores nunca precise desse avanço tecnológico sangrento.

Até Breve.

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