Novela Duas Caras – Trilha Sonora Nacional

Globo – 21h – Novela da Globo mostra um elenco de primeira ponta para representar mais um drama mostrando a dualidade das pessoas. O elenco com certeza foi preparado por profissionais agragando às suas próprias experiências. A novela vem para tentar mais uma vez assumir a tão disputada audiência e mostrar ao público o relacionamento cotidiano de cada ser humano.
estréia: 1º de outubro de 2007
novela de Aguinaldo Silva
escrita por Aguinaldo Silva, Filipe Miguez, Glória Barreto, Izabel de Oliveira, Maria Elisa Berredo, Nelson Nadotti e Sérgio Goldenberg
direção de Cláudio Boeckel, Ary Coslov, Gustavo Fernandes, Miguel Rodrigues e Pedro Carvana
direção geral de Wolf Maya
núcleo Wolf Maya

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Faixas:
01. Tá Perdoado – Maria Rita
02. Trabalhador – Seu Jorge
03. Delírio dos Mortais – Djavan
04. Oração ao Tempo – Caetano Veloso
05. E Vamos À Luta – Gonzaguinha
06. Canto de Oxum – Maria Bethânia
07. Ela Une Todas as Coisas – Jorge Vercilo
08. Geraldinos e Arquibaldos – Chicas
09. Negro Gato – Mc Leozinho
10. Be Myself – Charlie Brown Jr.
11. Ternura ( Somehow It Got to Be Tomorrow ( Today ) ) – Isabella Taviani
12. Toda Vez que Eu Digo Adeus – Cássia Eller
13. Você Não Entende Nada – Celso Fonseca
14. Folhetim – Luiza Possi
15. Coisas que Eu Sei – Danni Carlos
16. Quem Toma Conta de Mim – Paula Toller
17. Recomeçar – Aline Barros
18. Call Me – Victor Pozas
19. The Look of Love ( from Casino Royale ) – Victor Pozas

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A clicar na capa será direcionado o arquivo para download usando o programa eMule. Esse link é somente para quem usa o eMule.

Sinopse:
Adalberto Rangel nasceu chamado Juvenaldo em uma região pobre de Pernambuco. A necessidade de sustentar a família extensa levou seu pai a vendê-lo ainda criança para o forasteiro Hermógenes, para ajudá-lo em seus golpes. O garoto rapidamente aprendeu toda sorte de trapaças. Foi batizado de Adalberto e passou a rodar com Hermógenes pelas estradas brasileiras com uma suposta máquina de fazer dinheiro, várias identidades e uma bela lábia.

Muitos anos se passaram quando Adalberto, já homem feito, presenciou um terrível acidente numa estrada do sul do país. Ao ver um casal morto, encontrou pacotes de dólares numa pasta, documentos e uma foto de uma moça, Maria Paula, supostamente a filha do casal, herdeira de uma grande fortuna. Neste momento, Adalberto percebeu que podia dar seu maior golpe.

Na pequena cidade de Passaredo, Maria Paula recebeu a notícia da morte dos pais por Adalberto. A dor arrebatadora e a tristeza só encontrou consolo naquele forasteiro sedutor. Ingênua e perdida, Maria Paula aceitou o carinho deste homem, ainda que todos desconfiassem do rapaz. Em pouco tempo, ela se entregou àquele forasteiro. Casamento, sonhos, comunhão de bens, procurações. Achando que construiria uma nova família, Maria Paula teve mais uma surpresa: Adalberto lhe roubou todos os seus bens. Da história, ficou apenas a vontade de reencontrar aquele homem para vingar-se. E um filho, que Adalberto nem ficou conhecendo. Maria Paula se viu então obrigada a tomar as rédeas de sua vida. E é em São Paulo que ela começou uma nova etapa, tornando-se uma mulher forte e batalhadora.

Adalberto, agora milionário, partiu para o Rio de Janeiro onde comprou uma construtora falida e acabou se tornando um respeitável empresário da construção civil. Para isso, deixou para trás seu passado e mudou novamente de nome e, desta vez, também de rosto – ele não podia correr o risco de que alguém o reconhecesse. Submeteu-se a diversas cirurgias plásticas e, com a face completamente modificada, assumiu sua nova identidade: Marconi Ferraço.

Mas os vários nordestinos que vieram trabalhar na construtora e que ficaram desabrigados com sua falência, se negaram a deixar o local e encontraram apoio na figura de Juvenal Antena, chefe da segurança, que se juntou aos operários na luta por seus direitos. E foi num terreno baldio próximo à antiga obra que ergueu-se a Favela da Portelinha, um local onde Juvenal Antena não deixaria faltar nada para para seus moradores. Só não eram permitidas drogas e violência. Quanto a isto, o carismático líder era irredutível.

Ferraço montou sua equipe de trabalho e associou-se ao engenheiro Gabriel Duarte e ao advogado Paulo de Queiroz Barreto, um especialista em encontrar brechas para driblar a lei. Já Juvenal ganhava cada vez mais prestígio na Portelinha e sabia que podia contar com sua gente. Admirado, Juvenal vai se transformando aos poucos em um líder acima do bem e do mal. Muitos eram gratos a ele, como a misteriosa Guigui, que chegou à Portelinha só com a roupa do corpo e recebeu abrigo; Dália, salva das drogas e promissora carnavalesca da escola de samba da comunidade; e Bernardinho, chef de cozinha graças ao curso de culinária pago por Juvenal.

Não muito longe da Portelinha, em um dos luxuosos condomínios da Barra da Tijuca, mora Branca, a dona da Universidade Pessoa de Moraes, e seu marido João Pedro. Os dois têm uma rotina feliz e formam um casal visivelmente apaixonado. Branca recebe carinho e atenção e, exatamente por isto, nunca pensou que pudesse ser traída. E é da pior forma que descobre estar enganada: pelos jornais.

Durante vinte anos, João Pedro se encontrou com Célia Mara, com quem vivia outra grande história de amor. No passado, quando ainda eram adolescentes, ela se entregou para João Pedro e chegou até a se tornar sua noiva, mas o rapaz rompeu o relacionamento para se casar com Branca e colocar o antigo sonho de montar uma universidade em prática. Apaixonado pelas duas mulheres, ele deu um jeito de reatar com Célia Mara – mesmo ela tendo se casado com outro homem – e manteve os dois relacionamentos por vinte anos.

Num determinado dia, para agradar Célia Mara, João Pedro concordou em levá-la a um circo e ali, entre crianças e palhaços, uma bala perdida o atingiu. Célia, apavorada em meio à multidão, seguiu em uma ambulância com o amado para o hospital. Mas não havia mais nada a fazer: João Pedro estava morto. Na manhã seguinte, todos foram surpreendidos pelos jornais. Na capa, uma foto de João Pedro e Célia como se fosse ela a ilustre viúva do reitor. É assim, pela imprensa, que a família de Célia e a de Branca descobriram esta relação às escondidas e a reação de ambas foi devastadora. Branca viu sua vida desmoronar. A brutal morte do marido e a traição durante tantos anos provocaram uma raiva avassaladora.

Apesar do escândalo, Branca e Célia Mara reconstroem suas vidas. A empresária resolve assumir a Universidade Pessoa de Moraes – da qual João Pedro sempre esteve à frente – e transformá-la em uma instituição de excelência. Para tanto, busca a ajuda de Fernando Macieira, um intelectual que conheceu em Paris, em uma reunião da Unesco, e que volta ao Brasil repleto de idéias.

Já Célia Mara decide ajudar a filha que sofre de dislexia, estudando com ela para o vestibular, e acaba se animando a também fazer o concurso. O que nem ela imaginava é que sua inteligência a destacaria dos outros alunos e a tornaria notória na universidade, para desgosto de Branca. O destino fará com que as duas dividam novamente o mesmo espaço e, futuramente, as atenções de Macieira.

E a filha de Branca e João Pedro, a bela Silvia, retornou para o Brasil na ocasião da morte do pai, vinda de Paris onde estava estudando. Mal sabia ela que encontraria aqui um grande amor e mais uma desgraça: Marconi Ferraço.

Entre Aspas ” “
Educação, racismo, luta de classes, drogas, homossexualidade, especulação imobiliária e invasão de terras improdutivas são temas abordados nesta trama de Aguinaldo Silva, que prometeu escrever uma novela politicamente incorreta.

Duas Caras foi a novela de horário nobre da Globo que obteve o menor índice de audiência em seu capítulo de estréia: média de 40 pontos, com picos de 42. Ficou abaixo da antecessora, Paraíso Tropical, que em sua estréia marcou 41 pontos.

Os dois capítulos seguintes alcançaram números menores ainda (média de 35,5 no segundo, e 33,7 no terceiro) o que fez soar o alerta vermelho na emissora e gerar várias teorias sobre a rejeição dos telespectadores pela nova trama de Aguinaldo Silva. Passada a primeira semana, a novela foi entrando nos eixos e caindo no gosto do grande público.

A ainda novata Marjorie Estiano vive sua primeira protagonista numa novela de horário nobre. Sua personagem, Maria Paula, já havia sido recusada por Carolina Dieckmann e Mariana Ximenes. Marjorie ganhou o papel como reconhecimento por sua atuação anterior, na novela Páginas da Vida.

Mas a atriz tem sido vítima de várias críticas, mais por conta das características e pelo desenvolvimento de sua personagem do que pela sua performance. As críticas são fortalecidas quando a atuação da atriz é comparada com a atuação de Débora Falabella, que vive Júlia, uma personagem que tem ganhado destaque e se mostrado bem mais interessante, até o momento. A patricinha Júlia vive um romance inter-racial com Evilásio (Lázaro Ramos) e o casal se tornou o preferido dos telespectadores.

Enquanto isso, Maria Paula amarga sozinha sua luta para criar o filho e reencontrar o homem que a arruinou. Mas o autor Aguinaldo Silva já deixou claro que centralizaria a atenção em determinados núcleos em momentos diferentes da novela. Uma trama tem destaque, enquanto outra fica em banho-maria até o momento de voltar a acontecer.

O Ministério da Justiça classificou a novela, nos três primeiros meses, como “inadequada para menores de 12 anos”. Mas, a partir do dia 24/12/2007, a trama foi classificada como “inadequada para menos de 14 anos”. Motivo: excesso de palavrões e cenas sensuais que envolviam a dançarina vivida por Flávia Alessandra. Assim, a Rede Globo teve que mudar a novela para iniciar após as 21 horas (antes ela estava sendo exibida às 20h55).

Esta é a primeira novela de Marília Pêra no horário nobre global (excluindo duas novelas das 22 horas do início dos anos 70: O Cafona e Bandeira Dois. Anteriormente, Marília teve apenas duas aparições pequenas em novelas das 21 horas, como participações especiais vivendo ela mesma: Rainha da Sucata e Celebridade.

Vanessa Giácomo está grávida na vida real e na ficção. A atriz atua grávida, estado em que se encontra também sua personagem, Luciana.

Aline Barros é a primeira cantora gospel a ter uma canção na trilha de uma novela da Globo. A música Recomeçar é tema do núcleo evangélico da novela e foi escolhida pelo próprio autor Aguinaldo Silva.

Elenco:
DALTON VIGH – Adalberto Rangel / Marconi Ferraço, MARJORIE ESTIANO – Maria Paula Fonseca do Nascimento, ANTÔNIO FAGUNDES – Juvenal Antena (Juvenal Ferreira dos Santos), SUSANA VIEIRA – Branca Maria Barreto de Moraes, JOSÉ WILKER – Francisco Macieira, RENATA SORRAH – Célia Mara de Andrade Couto Melgaço, ALINNE MORAES – Maria Sílvia Pessoa de Moraes Barreto, LÁZARO RAMOS – Evilásio Caó, DÉBORA FALABELLA – Júlia de Queiroz Barreto, STÊNIO GARCIA – Paulo de Queiroz Barreto (Barretão), MARÍLIA PÊRA – Gioconda de Queiroz Barreto, BETTY FARIA – Bárbara Carreira, MARÍLIA GABRIELA – Guigui (Margarida Maria dos Anjos), FLÁVIA ALESSANDRA – Alzira Correia, ÂNGELO ANTÔNIO – Dorgival Correia, MARCOS WINTER – Narciso Telerman, CACO CIOCLER – Claudius, THIAGO MENDONÇA – Bernardinho, LEONA CAVALLI – Dália Mendes, RODRIGO HILBERT – Ronildo, WOLF MAYA – Geraldo Peixeiro, ERI JONHSON – Zé da Feira (José Carlos dos Santos), FLÁVIO BAURAQUI – Ezequiel dos Santos, NUNO LEAL MAIA – Bernardo da Conceição, MARA MANZAN – Amara, LETÍCIA SPILLER – Maria Eva Monteiro Duarte, OSCAR MAGRINI – Gabriel Duarte, OTÁVIO AUGUSTO – Antônio José Melgaço, PAULO GOULART – Heriberto Gonçalves, VANESSA GIÁCOMO – Luciana, ERIBERTO LEÃO – Ítalo Negro Ponte, TOTIA MEIRELLES – Jandira, GUIDA VIANNA – Lenir, RICARDO BLAT – Pastor Inácio Lisboa, CHICA XAVIER – Dona Setembrina dos Santos, IVAN DE ALMEIDA – Misael Caó, SHERON MENEZES – Solange Couto Ferreira, JULIANA KNUST – Débora, JÚLIO ROCHA – João Batista da Conceição, ARMANDO BABAIOFF – Benoliel Batista da Conceição, JÚLIA ALMEIDA – Fernanda Carreira, BÁRBARA BORGES – Clarissa de Andrade Couto Melgaço, DUDU AZEVEDO – Barretinho (Paulo de Queiroz Barreto Filho), ALEXANDRE SLAVIERO – Heraldo Carreira, GUILHERME GORSKI – Eduardo Monteiro, ADRIANA ALVES – Morena (Condessa de Finzi-Contini), JULIANA ALVES – Gislaine, JACKSON COSTA – Waterloo de Sousa, WILSON DE SANTOS – Jojô, DÉBORA OLIVIERI – Adelaide, MARCELA BARROZO – Ramona Duarte, SÉRGIO VIEIRA – Petrus Duarte, VIVIANE VICTORETTE – Nadir, ADRIANO GARIB – Silvano, CRISTINA GALVÃO – Lucimar, SUSANA RIBEIRO – Edivânia, PAOLA CROSARA – Rebeca, TECA PEREIRA – Nanã, JOSIE ANTELLO – Amélia dos Santos, DÉBORA NASCIMENTO – Andréa Bijou, LEANDRO RIBEIRO – Osvaldo, ADRIANO DÓRIA – Marcha Lenta, PRAZERES BARBOSA – Shirley, ALEXANDRE LIUZZI – Dagmar, DIOGO ALMEIDA – Rudolf, ISABELA LOBATO – Heloísa, LAURA PROENÇA – Vesga, MARILICE COSENZA – Socorro, RAQUEL FIÚNA – Vitória, LUCIANA PACHECO – Denise, ROBERTO LOPES – Gilmar, PAULINHO SERRA – Ignácio Guevara, GILBERTO MIRANDA – Divaldo, THATIANIE MANZAN – Beata, GUILHERME DUARTE – Zidane, RAPHAEL MARTINEZ – Elvis, HUGO RESENDE- Mateus, SIMONE DEBET – Neli, ANTÔNIO FIRMINO – Apolo, FERNANDA CAETANO – Francine, MARCOS HOLANDA – Dunga, BETO QUIRINO – Mestre, ANDRÉ LUIZ LIMA – Zangado, CÉSAR AMORIM – Soneca, HUMBERTO GUERRA – Feliz, SÉRGIO MONTE – Dengoso, LEANDRO LAMAS – Atchim, BIA MUSSI – Janete (secretaria de Ferraço), EDMO LUÍS – Gavião Sereno (locutor da portelinha), ERNESTO XAVIER – Clementino, LUCIANA BARBOSA – Priscila (amiga da Gislaine), EDUARDO LARA – Frango Veloz (contínuo na empresa de Ferraço), BRUNA GUERIN – cantora da uisqueria, FÁTIMA MONTENEGRO – Tanajura (dançarina na uisqueria), JAQUELINE FARIAS – dançarina da uisqueria, BABU SANTANA – segurança da uisqueria, ÁLVARO ABRÃO, GUILHERME STOCKLER, NATASHA STRANSKY .

Até Breve.

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